segunda-feira, 23 de agosto de 2010
♥ Apenas mais uma noite.
Estava cansada e fui me deitar um pouco. Minha mente estava turbilhada de pensamentos inúteis, úteis, de sonhos e desejos. Estava pensando em mil coisas ao mesmo tempo, não lembro ao certo quando adormeci. Apenas me lembro que uma mão tocou minha testa, era um toque leve e macio, talvez eu já havia sentido aquele toque alguma vez antes, por mais que eu tentasse não conseguia me lembrar, olhei para o relógio e era 00h30, mas essa parte não sei se foi sonho ou real.
Meu corpo estava totalmente esticado e não o sentia para me mexer, estava agoniada por algum motivo no qual eu não sabia, e talvez não saberei tão cedo. Minha visão estava embaçada e eu apenas via um vulto, um vulto peculiar e conveniente, me sentia bem ao lado desse ser, e por mais que eu me esforçasse não conseguia ver quem era. Então senti uma coisa forte em meu peito e senti aquele vulto se afastando e comecei a me debater, tentava gritar mas parecia que a voz me traiu quando eu mais precisava dela. Tentava levantar daquela cama mas era em vão. Eu olhava o vulto se afastar e lágrimas desciam descontroladamente de meus olhos, quando eu apenas senti meus olhos abrindo.
Então dei um salto da cama e vi que eu não tinha chorado, mas, de alguma forma aquilo não tinha sido apenas um sonho pois eu ainda sentia o vulto. Meu coração se apertava cada vez mais e a voz ainda não tinha voltado, algo me pressionou contra a cama me fazendo bater a cabeça. Fechei os olhos e tentei sair daquele pesadelo que de alguma forma me possuia e eu não conseguia, por mais que tentasse, tirar aquilo de mim. Desisti e me entreguei àquele pesadelo de braços abertos e lágrimas nos olhos que de algum jeito voltara a descer descontroladamente.
De repente ouvi uma voz, aquela voz sim eu conhecia muito bem! Minha mãe, me chamava tão alto que parecia que as cordas vocais dela iriam estourar. Mas, ela não sabia que eu estava presa aquele pesadelo tão horrível. Me mandava ordens para abrir os olhos e então vi o vulto se afastando e aquele sentimento ruim estava saindo junto.
Fiquei ali parada por alguns segundos respirando ofegante, e tentando me controlar e me convencer que estava tudo bem. Senti um braço em volta de meu corpo e apenas deixei que meus olhos se abrissem sozinhos. Era a pessoa que eu mais desejava que me abrassasse, era você dizendo que estava tudo bem.
Então acordei, mas dessa vez eu senti que acordei mesmo. Mas me sentia numa escuridão, numa solidão que talvez o pesadelo apenas não acontecesse quando eu estava de olhos fechados, ou talvez toda aquela hora eu estava de olhos abertos tentando fechá-los.
Meu corpo estava totalmente esticado e não o sentia para me mexer, estava agoniada por algum motivo no qual eu não sabia, e talvez não saberei tão cedo. Minha visão estava embaçada e eu apenas via um vulto, um vulto peculiar e conveniente, me sentia bem ao lado desse ser, e por mais que eu me esforçasse não conseguia ver quem era. Então senti uma coisa forte em meu peito e senti aquele vulto se afastando e comecei a me debater, tentava gritar mas parecia que a voz me traiu quando eu mais precisava dela. Tentava levantar daquela cama mas era em vão. Eu olhava o vulto se afastar e lágrimas desciam descontroladamente de meus olhos, quando eu apenas senti meus olhos abrindo.
Então dei um salto da cama e vi que eu não tinha chorado, mas, de alguma forma aquilo não tinha sido apenas um sonho pois eu ainda sentia o vulto. Meu coração se apertava cada vez mais e a voz ainda não tinha voltado, algo me pressionou contra a cama me fazendo bater a cabeça. Fechei os olhos e tentei sair daquele pesadelo que de alguma forma me possuia e eu não conseguia, por mais que tentasse, tirar aquilo de mim. Desisti e me entreguei àquele pesadelo de braços abertos e lágrimas nos olhos que de algum jeito voltara a descer descontroladamente.
De repente ouvi uma voz, aquela voz sim eu conhecia muito bem! Minha mãe, me chamava tão alto que parecia que as cordas vocais dela iriam estourar. Mas, ela não sabia que eu estava presa aquele pesadelo tão horrível. Me mandava ordens para abrir os olhos e então vi o vulto se afastando e aquele sentimento ruim estava saindo junto.
Fiquei ali parada por alguns segundos respirando ofegante, e tentando me controlar e me convencer que estava tudo bem. Senti um braço em volta de meu corpo e apenas deixei que meus olhos se abrissem sozinhos. Era a pessoa que eu mais desejava que me abrassasse, era você dizendo que estava tudo bem.
Então acordei, mas dessa vez eu senti que acordei mesmo. Mas me sentia numa escuridão, numa solidão que talvez o pesadelo apenas não acontecesse quando eu estava de olhos fechados, ou talvez toda aquela hora eu estava de olhos abertos tentando fechá-los.
8/23/2010 05:33:00 PM